Tragédia/Girabola

11-02-2017 18:05

Federação angolana abre inquérito sobre tragédia no Uíge

O estádio 4 de Janeiro é uma obra financiada pela Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), ao passo que a empresa de construção civil ZITAC, sediada no Uíge, executou a obra.
Uíge: Tragédia no Girabola
Foto: DR

Uíge: Tragédia no Girabola

Por SAPO Desporto c/Angop sapodesporto@sapo.pt

A Federação Angolana de Futebol (FAF) anunciou este sábado, que já foi aberto o inquérito para determinar as circunstâncias em que ocorreu a tragédia no Estádio 4 de Janeiro em morreram 17 cidadãos e mais de 50 ficaram feridas.

De acordo com um comunicado de imprensa rubricado pelo secretário geral da FAF, Fernando Rui da Costa, que Angop teve acesso, a tragédia ocorreu durante o encontro estreia presente edição do Girabola-Zap que opôs o Santa Rita de Cássia e o Club Recreativo do Libolo, nesta sexta-feira.

Nesta “ hora de dor e de luto para famílias enlutadas, para o futebol de Angola e para toda sociedade angolana, a FAF apresenta os mais sentidos sentimentos de pesar, associando-se a todos as pessoas que perderam os seus ente queridos neste infausto acontecimento”, lê-se no comunicado da FAF.

“A Federação Angolana de Futebol (FAF) manifesta os sentimentos de pesar, tristeza, solidariedade para com toda a população do Uíge em especial aos familiares enlutados e deseja uma rápida recuperação aos feridos” concluiu o comunicado.

O estádio 4 de Janeiro é uma obra financiada pela Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), ao passo que a empresa de construção civil ZITAC, sediada no Uíge, executou a obra tendo a capacidade para 12 mil lugares.

Conteúdo publicado por Sportinforma