O Atlético, penúltimo classificado do regional do primeiro escalão e despromovido ao segundo escalão, protesta o jogo com o Valencia por alegada utilização de jogador irregular na partida da primeira volta entre as duas formações.

Este jogo, da penúltima jornada da primeira volta, terminou empatado a um golo, mas com o protesto a equipa dos Mosteiros pretende obter na secretaria mais dois pontos, o que lhe permite igualar ao Spartak, que totalizou 15 pontos.

O protesto, dirigido ao Conselho de Jurisdição da Associação Regional de Futebol do Fogo, foi entregue esta quarta-feira pelo dirigente do Atlético João Vieira, que deslocou-se a São Filipe com este propósito.

Aquando da realização do jogo, o Atlético declarou “jogar sob protesto” e, após a conclusão do campeonato entra com o protesto visando obter dois pontos que, pelas contas dos dirigentes do Atlético permite a esta agremiação desportiva garantir a manutenção.

Caso venha a venha a obter os dois pontos, o Atlético passa a contar com os mesmos 15 pontos que o Spartak, mas no confronto directo a equipa dos Mosteiros leva vantagem, pois venceu o Spartak no estádio Francisco José Rodrigues (Mosteiros) por 5-1 e no jogo disputado no 5 de Julho, as duas formações empataram a zero.

Cabe ao Conselho Jurisdicional da associação decidir esta situação que é passível de recurso para o Conselho de Justiça da Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF).

Já o No Pintcha, outra equipa dos Mosteiros que disputou o campeonato regional de futebol, depois de solicitar uma providência cautelar para suspender as meias-finais da “taça Fogo” em futebol, realizado a 27 de Fevereiro, por considerar que a calendarização foi feita de forma unilateral, voltou a endereçar uma reclamação a solicitar ao Conselho Jurisdicional que seja anulada a deliberação da Associação regional de 05 de Fevereiro.

Na sequência da anulação da deliberação, a direcção de No Pintcha, solicita a re-calendarização das duas partidas das meias-finais da edição 2018/19 da “taça Fogo”, não descartando hipótese de entrar com uma acção criminal contra a Associação Regional de Futebol, na pessoa do seu presidente, Pedro Pires.

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