O River Plate conquistou hoje pela quarta vez a Taça Libertadores em futebol, ao bater o Boca Juniors por 3-1, após prolongamento, na segunda mão da primeira final 100% argentina da prova, disputada no Santiago Bernabéu, em Madrid.

Depois do empate a duas bolas na primeira-mão na La Bombonera, os 'xeneides' colocaram-se em vantagem em cima do apito para o intervalo com um golo de Dario Benedetto.

Mas já no decorrer do segundo tempo, os 'milionários', que repetiram o título de 1986, 1996 e 2015, chegaram ao empate com um golo de Lucas Pratto.

Terminados os 90 minutos, o encontro estava empatado e seguiu para prolongamento. Foi mesmo no início destes 30 minutos adicionais que Wilmar Barrios viu o segundo cartão amarelo e respetivo vermelho.

A expulsão mudou o jogo e o River Plate tornou-se mais ativo na procura do golo que lhe desse a vantagem, algo que aconteceu aos 108 minutos. Quintero, jogador emprestado pelo FC Porto, apareceu à entrada da área a rematar sem hipóteses para o guarda-redes do Boca. Em cima do apito final, Gonzalo Martínez fez o terceiro dos 'milionários' perante uma baliza deserta já que o guardião adversário tinha ido ao ataque.

O encontro realizou-se em Madrid porque adeptos do River Plate atacaram o autocarro do Boca Juniors quando este se dirigia para o Monumental Nünez, a casa dos novos campeões sul-americanos, que deveria ter recebido a segunda mão a 24 de novembro.

O River Plate, que vai agora disputar o Mundial de clubes, igualou os compatriotas do Estudiantes no quarto lugar do ‘ranking’, que é liderado pelos também argentinos do Independiente, com sete cetros, contra seis do Boca.

Na primeira mão, no La Bombonera, a 11 de novembro, registou-se uma igualdade a dois golos, numa final em que os golos apontados fora não valiam a ‘dobrar’.

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