Em entrevista ao programa El Chiringuito Jugones, Cristiano Ronaldo lembrou o dia em que a polícia espanhola invadiu o seu barco enquanto estava de férias, no verão passado, no âmbito da fraude fiscal que está a ser acusado em Espanha.

“Em Formentera há mil barcos parados e o mais pequenino, o do Cristiano, é aquele que é invadido pela polícia. Entraram com máquinas fotográficas e eu, que estava a dormir a sesta tranquilamente, só pensava ‘sou um assassino ou quê?’. Chateou-me, mas o que é que podia fazer? Só a morte não tem solução, há coisas injustas mas a vida é mesmo assim. Em Espanha sou bem-tratado”, disse o avançado internacional português.

Recorde-se que a Agência Tributária espanhola estará disposta a deixar cair um dos quatro delitos fiscais de que acusa Cristiano Ronaldo e reduzir para metade o valor da alegada fraude cometida pelo jogador.

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