Em desafio disputado no estádio Olímpico, em Goiania (Brasília), os “palanquinhas” impuseram uma igualdade sem golos na primeira parte. Zito Luvumbo e Capita foram sempre “policiados” por dois e três defensores contrários.

A equipa técnica nacional optou por fazer descansar algumas unidades com destaque para o guarda-redes Geovani (Cabila) e o melhor marcador até agora do combinado nacional Zine (dois golos), que entrou apenas aos 60 minutos em substituição de David.

A jogar com personalidade, dominando o jogo e sendo dominada em alguns períodos, a selecção nacional foi a primeira a criar perigo com remate de David, aos 12 minutos, com a bola a embater no poste lateral. No minuto 14 foi a vez do suplente Cabila evitar o golo dos tricampeões mundiais em duas situações consecutivas.

Estavam lançadas as premissas para um jogo cujo resultado não espelha, de longe, o equilíbrio em campo. Após sucessivas falhas de Angola por Luvumbo, Capita e David, o Brasil chega ao primeiro tento aos 68' por Talles Magno, e ao segundo aos 77' por Veron, em ambas situações por desatenção do sector defensivo até então sem grandes falhas.

Mesmo a perder por dois golos, os medalhas de bronze no CAN deste ano na Zâmbia atarefaram os contrários, aumentando o jogo ofensivo, mas esteve sempre no quase.

Capita e Afonso foram os únicos amarelados, num encontro em que o juiz recorreu por diversas vezes ao vídeo árbitro para aclarar situações faltosas aparentemente em favor de Angola, algumas passíveis de grande penalidade, no entanto, considerou jogo limpo.

O emparelhamento para os oitavos-de-final, na próxima terça-feira, fica definido ainda hoje com jogos dos diversos grupos do evento.

Neste campeonato Angola possui duas vitórias, designadamente, diante da Nova Zelândia (2-1) e frente ao Canadá (2-1).

Assim, o Brasil termina a primeira fase, grupo A, na liderança com 9 pontos, contra seis de Angola na segunda posição, seguidos da Nova Zelândia (3) e Canadá (0).

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