O treinador do Rio Ave lamentou este sábado que o estádio do clube não possa encher no desafio de domingo, com o Vitória de Guimarães, no jogo em atraso da I jornada da I Liga portuguesa.

O recinto dos vila-condenses tem problemas estruturais numa das bancadas, que teve de ser interditada ao público, reduzindo, significativamente, a capacidade de acolher adeptos das equipas visitantes, algo que Carlos Carvalhal admite deixar "o espetáculo mais pobre".

"Lamento não termos o estádio cheio, porque dá gosto ver os adeptos do Vitória de Guimarães a vibrar com a equipa. Nós profissionais gostamos de ter gente nos jogos, mas infelizmente houve este incidente a que somos alheios, e que fará com que a bancada não esteja disponível para a época. Será assim para todos os clubes que nos visitem", lamentou o treinador do Rio Ave.

Para este desafio com os vimaranenses, o Rio Ave, tal como o adversário, não vai poder contar com alguns elementos que se têm destacado no 'onze', nomeadamente o iraniano Taremi, que está ao serviço da seleção dos seu país, assim como o central Aderllan Santos, que ainda não tinha sido inscrito na data em que o jogo deveria ter sido realizado, na ronda inaugural da Liga.

"Não podemos valorizar essas ausências. Temos de jogar e encontrar soluções. Estamos focados na nossa identidade e, independentemente do adversário, estamos a preparar uma dinâmica. Temos apresentado um bom futebol em casa, ganhámos 6-1 à Oliveirense [Taça da Liga] e 5-1 ao Aves [campeonato] e queremos dar continuidade", disse Carlos Carvalhal.

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