O juiz do tribunal de Esposende homologou a desistência de queixa do jogador brasileiro Cássio contra César Boaventura, revela o jornal Record.

A decisão foi tomada na manhã desta terça-feira perante a presença, além do juiz e da representante do Ministério Público, dos advogados Carlos Teixeira (de César Boaventura) e José Ribeiro da Silva (de Cássio).

Segundo o acordo a que o jornal Record teve acesso, o empresário "reconhece que nunca pretendeu ofender o assistente Cássio ou pôr em causa o seu profissionalismo e a sua honradez, tendo a certeza que o Cássio jamais aceitaria receber dinheiro ou outra contrapartida para prejudicar a sua equipa", reconhecendo no guarda-redes brasileiro "uma pessoa muito séria".

No mesmo documento, o Boaventura "compromete-se a não voltar a falar dele publicamente" e "obriga-se a imediatamente publicar no seu Facebook um texto em que reproduz o teor da presente declaração, comprometendo-se a depois disso não a apagar". Cássio, por seu turno, "aceita as desculpas e explicações" de Boaventura e "desiste da queixa e do processo de indemnização cível."

Recorde-se que César Boaventura tinha levantado suspeitas sobre o ex-guarda-redes do Rio Ave, numa publicação nas redes sociais, depois de uma vitória do FC Porto sobre os vilacondenses por 5-0 no Dragão, na época 2016/2017.

Cássio, que atualmente alinha pelo Al Taawon, da Arábia Saudita, queixava-se de ter sido implicitamente acusado por Boaventura de ter beneficiado o FC Porto e pedia 15 mil euros de indemnização.

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