O diretor desportivo do futebol do Sporting, André Geraldes, não prestou declarações no Tribunal de Instrução Criminal do Porto assim como João Gonçalves e Gonçalo Rodrigues, que optaram por remeterem-se ao silêncio na presença do juiz.

De acordo com a informação veiculada pelo jornal O JOGO, dos quatro detidos pela Polícia Judiciária no âmbito da operação Cashball, apenas Paulo Silva, o denunciante da investigação, prestou declarações enquanto que André Geraldes, diretor desportivo do futebol do Sporting, João Gonçalves e Gonçalo Rodrigues, optaram por se remeterem ao silêncio.

Recorde-se que a Polícia Judiciária (PJ) deteve quatro pessoas na quarta-feira, incluindo o diretor para o futebol do Sporting, André Geraldes, e efetuou buscas na SAD do Sporting, em Lisboa, por “suspeitas de corrupção ativa”, no âmbito de uma operação denominada 'Cashball'.

Os detidos chegaram em quatro viaturas distintas cerca das 14:15 à porta do TIC do Porto, conforme a agência Lusa presenciou no local, tendo entrado nas instalações onde devem ser ouvidos hoje à tarde.

Entre os detidos, estão o diretor para o futebol do Sporting, André Geraldes, e os empresários Paulo Silva e João Gonçalves, além de Gonçalo Rodrigues, igualmente funcionário do clube leonino.

O futebolista do Vitória de Guimarães João Aurélio, que viu o seu nome envolvido, já negou qualquer participação num esquema de viciação de resultados em benefício do Sporting.

Também o Desportivo das Aves, cujo capitão foi citado em alegadas conversas no sentido de favorecer o Sporting, manifestou "surpresa quanto às notícias que envolvem Nélson Lenho", afirmando a total confiança no futebolista.

Por seu turno, o Clube Desportivo de Tondela, um dos clubes alegadamente visados na investigação, colocou-se hoje à disposição das autoridades competentes para a “colaboração total e inequívoca” nas investigações em curso de alegada viciação de resultados de jogos da I Liga de futebol.

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