Diogo Leite, jovem defesa-central formado no FC Porto, está a ser fortemente cobiçado e poderá sair do clube no verão, contribuindo assim de forma significativa para o encaixe financeiro que os 'dragões' precisam de realizar nos próximos tempos, sob pena de entrarem em incumprimento no que toca às normas de fair play financeiro da UEFA.

Nos últimos dias foi dado conta do interesse do Valência que, segundo a edição desta terça-feira do jornal 'O Jogo', até já esteve perto de fechar a contratação do jogador em janeiro. De acordo com aquela publicação, chegou a existir um princípio de acordo entre todas as partes e o negócio só não se concluiu porque estava dependente de a turma espanhola conseguir vender um dos seus atuais centrais - Garay, Mangala, Diakhaby ou Gabriel Paulista - o que acabou por não acontecer.

Diogo Leite continua, contudo, na agenda do Valência, que pretende renovar parte do seu setor defensivo para 2020/21, e agrada ao treinador Albert Celades, que o conhece bem dos duelos com as seleções jovens portuguesas quando orientava as seleções jovens do país vizinho.

O Valência, porém, está longe de ser o único clube na corrida ao jovem defesa. Southampton, Feyenoord, Sevilha, Besiktas, Ajax, Bordéus e Borússia de Moenchengladbach são outros clubes que, ao longo dos últimos tempos, avançaram com propostas pelo jogador.

Diogo Leite, contudo, tem contrato com o FC Porto até junho de 2023 e uma cláusula de rescisão fixada nos 40 milhões de euros, pelo que os 'azuis e brancos' não prescindirão nunca de um valor elevado pela venda do passe do atleta que fez praticamente toda a sua formação 'de dragão ao peito' e que esta temporada totaliza um golo em 11 partidas pela equipa principal.

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