Apesar de ter falhado o objectivo de apuramento directo aos Jogos Olímpicos via Mundial da China, o seleccionador nacional de basquetebol sénior masculino, Willian Voigt, mostrou-se orgulhoso do trabalho nos três anos que está ao serviço de Angola.

Em declarações prestadas domingo à Angop, via WhatsApp, o norte-americano justificou o sentimento com o facto de ter conseguido apurar a selecção para o Campeonato do Mundo e estar ainda na disputa de uma vaga nos Jogos de Tóquio, realçando que tudo isso ocorreu, mesmo tendo assumido a equipa numa altura em que era a 8ª classificada na prova africana.

Por isso, o técnico campeão de África pela Nigéria mostrou-se disponível em continuar a liderar a selecção, visto que o seu contrato se estendeu automaticamente devido à transferência dos Jogos de Olímpicos para 2021, por conta da Covid -19.

O treinador, que abordou outros aspectos do vínculo com a federação, como a queixa apresentada ao Tribunal Arbitral do Desportos por conta de uma dívida de cerca de USD 500 mil, diz estar comprometido com o crescimento do basquetebol angolano e continental.

Willian Voigt substituiu há três anos o angolano Manuel Silva “Gi”, que tinha orientado o “cinco nacional “no Afrobasket2017 (8ª posição).

Qualificou Angola para o Campeonato do Mundo, disputado em 2019 na China, onde terminou na 27ª posição (num total de 30 selecções), contra o 17º lugar alcançado em 2014 em Espanha (na altura com 24 concorrentes).

A selecção nacional, 11 vezes campeã de África, vai disputar um torneio pré-olímpico, previsto para este ano na Lituânia, para tentar um lugar no torneio do Japão.

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