O ex- presidente de direção da Federação Angolana de Basquetebol (FAB), Hélder da Cruz "Maneda", dispõe-se a prestar esclarecimentos no processo de contratação do técnico da seleção sénior masculina, William Voigt.

Em comunicado de imprensa, a que a Angop teve acesso nesta terça-feira, em resposta ao facto do norte-americano se ter queixado ao tribunal arbitral do desporto, devido a uma dívida de mais de USD 500 mil, disse já não ter legitimidade jurídica para responder em nome da instituição.

Todavia, está disponível em ajudar na busca de soluções que preservem a imagem e o prestígio que o basquetebol angolano conquistou dentro e fora do continente.

No documento, a antigo responsável federativo explica que durante o seu mandato foram assinados contratos com equipas técnicas de diversos escalões, todos legalmente em nome da instituição, pelo que deve a Comissão de Gestão assumir os activos e os passivos.

Na comunicação, o ex-dirigente da FAB informa que “as consequências dos actos difamatórios e injuriosos imputados a sua pessoa serão tratados na devida altura ao abrigo da legislação vigente”.

Em recente entrevista, Gustavo da Conceição havia dito que a Comissão de Gestão encontrou uma dívida de mais de USD 1,5 milhões e outra de quase AKz 300 milhões.

Disse ainda, na ocasião, serem os valores referentes ao pagamento de salários aos funcionários, atletas e treinadores que estiveram ao serviço das selecções nacionais, ao presidente demissionário, Hélder da Cruz “Maneda”, e ao seleccionador nacional, William Voigt.

Gustavo da Conceição é coadjuvado na Comissão de Gestão por Tony Sofrimento, Anselmo Monteiro, Bi Figueiredo e Brandão Júnior.

Eleita em Novembro de 2019, a Comissão vai liderar os destinos da modalidade até a realização de eleições, ainda este ano.

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