Vanessa Bryant assegura que vai avançar com um processo contra a empresa do helicóptero onde o seu marido e a filha Gianna Maria perderam a vida, no acidente acorrido a 26 de janeiro.

Diz o site 'TMZ' que a mulher do antigo craque da NBA defende que a aeronave não devia ter sido autorizada a voar, tendo em conta a falta de condições. Aquando do acidente em Calabasas, Califórnia, o nevoeiro era baixo e denso e o piloto. Nas conversas antes do fatídico acidente, o piloto tinha relatado que não tinha a visibilidade necessária para voar. Apesar dos avisos, a empresa 'Island Express', deu autorização para que o voo se realizasse. A aeronave seguia a mais de 300 quilómetros por hora quando caiu.

No processo apresentado contra a 'Island Express', Vanessa Bryant alega que o piloto ja tinha violado os regulamentos de visibilidade em 2015. Além disso, a aeronave não tinha um sistema de alarme recomendado, que alerta os pilotos em terrenos montanhosos e com mau tempo. Este dispositivo não é obrigatório.

Para a viúva de Kobe Bryant, houve imprudência do piloto Ara George Zobayan e da empresa 'Island Express', pelo que vai pedir uma avultada indemnização pela morte do marido e uma das filhas, que perderam a vida no acidente.

Além de Kobe Bryant, mais oito pessoas morreram, entre eles uma das suas filhas, Gianna, de 13 anos. Kobe viajava para um jogo onde a sua filha Gianna, ia participar

Também seguiam também no helicóptero John Altobelli, ex-jogador de basebol da Universidade de Houston e que atualmente treinava e dirigia o Orange Coast Coallege, a esposa Keri Altobelli e a filha Alyssa, também de 13 anos.

Christina Mauser, treinadora de basquetebol que trabalhava na academia de Kobe Bryant, foi outra das vítimas do trágico acidente, cujas causas estão ainda por apurar.

Mais tarde, as identidades de Payton Chester, também companheira de equipa e amiga de Gianna, e da mãe Sarah, foram confirmadas pela família no Instagram. A outra vítima é o piloto Ara Zobayan.

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