O ciclista australiano Lucas Hamilton (Mitchelton-Scott) venceu hoje isolado a quarta etapa do Tirreno-Adriático, em Cascia, com o canadiano Michael Woods (Education First), terceiro, a segurar a liderança da classificação geral individual.

Hamilton, de 24 anos, cumpriu os 194 quilómetros entre Terni e Cascia em 4:46.22 horas, o mesmo tempo do italiano Fausto Masnada (Deceuninck-Quick Step), que se escapou no final com o australiano e ficou em segundo, e Michael Woods, que segurou a liderança, ao cortar a meta a 10 segundos do vencedor, em terceiro, ainda bonificando devido ao último lugar do pódio.

O dia, que apresentava duas subidas de montanha de categoria especial, uma delas, de Ospedaletto, a pouco mais de 10 quilómetros do fim, foi animado por uma fuga que chegou a contar com 11 elementos.

O português Rui Costa (UAE Emirates) atacou a 51 quilómetros do fim, ao lado do sul-africano Louis Meintjes (NTT Pro Cycling), e acabou por se juntar ao grupo da frente a 21 quilómetros do fim, já na descida do Rifugio Perugia, ponto mais alto do Tirreno-Adriático.

O grupo acabou por ser apanhado a 14,3 quilómetros do fim, pouco antes de um ataque de dois britânicos, Simon Yates (Mitchelton-Scott) e Geraint Thomas (INEOS), a caminho do Ospedaletto, que acabou por não surtir efeito.

No final, foi a aceleração de Hamilton e Masnada a levar a melhor sobre o pelotão, com o australiano a levar a melhor antes da quinta de oito etapas, na sexta-feira, forçar grandes decisões nos primeiros lugares da geral.

O canadiano Woods segue na liderança, agora com nove segundos de vantagem para o polaco Rafal Majka (BORA-hansgrohe), no segundo lugar, e 18 para Masnada, com Hamilton em quarto a 27.

Rui Costa acabou por cortar a meta no 21º lugar, subindo a 15.º na geral, a 1.30 minutos de Woods, enquanto Rúben Guerreiro trabalhou para o líder da Education First e é 61.º, após hoje ter acabado em 49.º.

Ligando Norcia a Sassotetto, em 202 quilómetros, a quinta etapa tem duas subidas de categoria especial, a última delas a coincidir com a meta, uma ‘escalada' de 11,9 quilómetros a uma média de 7,1% de inclinação.

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