Numa jornada negra para o ciclismo francês Guillaume Martin (Cofidis), que fechava o pódio antes dos 191,5 quilómetros da tirada de hoje, saiu do ‘top 10’, ao ceder quase três minutos para o esloveno.

“Foi um final difícil. Estou desiludido por mim e pela equipa, mas não abatido. A penúltima subida foi fatal para mim, o ritmo do grupo era demasiado elevado. Não estava muito atrasado no alto, estava a uns 10 segundos do grupo. Se tivesse conseguido reentrar, a minha corrida teria sido diferente, teria podia recuperar no vale e poderia ter feito uma última subida melhor”, avaliou.

Embora esteja a 03.14 minutos da liderança, Martin garante que não vai desistir de lutar pela geral, perspetivando até que poderá ter mais oportunidades por já não estar tão perto da amarela de Roglic.

Se a 13.ª etapa foi desastrosa para os franceses, para Egan Bernal (INEOS) não foi muito melhor, com o colombiano da INEOS a reconhecer à chegada ter feito o seu melhor.

“Mas os outros foram mais fortes do que eu. Não podia fazer mais do que isto. Senti-me muito bem durante todo o dia. Olhei para os meus números da etapa de hoje e são quase os meus melhores de sempre. Simplesmente, os outros iam mais rápido”, declarou após cortar a meta a 38 segundos de Roglic e de Tadej Pogacar (UAE Emirates), para quem perdeu a segunda posição da geral.

“Temos de ver o que acontece nos próximos dias. A partir de agora, irei enfrentar o Tour dia a dia. Precisamos de continuar focados e a gerir os nossos esforços. De qualquer maneira, não vou desistir”, assegurou o campeão em título.

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