Os grandes prémios de Fórmula 1 vão continuar a realizar-se mesmo que um piloto acuse positivo a covid-19 ou se uma equipa for obrigada a desistir, revelou hoje o ‘patrão’ da competição, Chase Carey.

“Uma escuderia que não possa competir, não é razão para cancelar uma corrida. Acho que não é preciso explicar as consequências de cancelar de repente um grande prémio. Teremos procedimentos em vigor e serão feitos testes. Se um piloto estiver infetado, as equipas têm pilotos de reserva”, afirmou Carey, ao sítio oficial da Fórmula 1.

O empresário de 66 anos, nascido na Irlanda, mas com nacionalidade norte-americana, explicou que todos os membros das equipas, desde pilotos a mecânicos, serão testados antes de viajarem para o local do grande prémio e que novos exames serão feitos de dois em dois dias.

O Mundial de Fórmula 1 vai arrancar com oito corridas em solo europeu, entre julho e setembro, numa temporada em que Carey espera realizar entre 15 a 18 provas.

Para já, são conhecidos os primeiros oito, os dois primeiros no Red Bull Ring de Spielberg, na Áustria, nos dias 05 e 12 de julho.

Segue-se, em 19 de julho, o Grande Prémio da Hungria e, depois, nova dupla jornada, em Silverstone, no Reino Unido, em 02 e 09 de agosto.

O GP de Espanha, na Catalunha, será em 16 de agosto. Segue-se a Bélgica, em Spa-Francorchamps, em 30 de agosto, e o GP de Itália, no circuito de Monza, em 06 de setembro.

Para já, as primeiras corridas não terão público nas bancadas.

O início do Mundial de F1 estava previsto para o dia 15 de março, na Austrália, mas a prova foi cancelada devido à covid-19.

Ao todo, já foram canceladas ou adiadas 10 das 22 corridas da temporada

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 377 mil mortos e infetou mais de 6,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios. Mais de 2,6 milhões de doentes foram considerados curados.

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