A morte de Senna quase que fez com que Schumacher abandonasse a Fórmula 1. A revelação foi feita por Flavio Briatore, dirigente da equipa Benetton Formula entre 1990 e 1997.

"O Schumacher era o Pavarotti da condução. Mudou depois da morte do Ayrton Senna. Ele considerou seriamente abandonar a Fórmula 1. Felizmente para todos, ficou", afirmou ao jornal alemão Express.

Briatone abordou ainda a contratação daquele que viria a vencer sete Formula 1, numa altura em que a Benetton não tinha recursos para contratar uma 'estrela'.

"A verdade é que não tinhamos dinheiro para contratar um bom condutor. Um campeão mundial, uma estrela. Eles [outras equipas] riram-se de nós. Foi por isso que tivemos de procurar um talento. Para as equipas de Fórmula 1 já estabelecidas, nós eramos um perigo. Um fabricante de camisolas que batia as lendas. Eles reclamavam, mas quando viram o Michael [Schumacher] no carro, calaram-se todos", afirmou.

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