Sete meses depois da polémica com o árbitro Carlos Ramos, Serena Williams mostra-se arrependida pelo episódio ocorrido na final do US Open, onde chamou "mentiroso" e "ladrão" ao português.

A tenista norte-americana foi convidada no programa "Today Show", da NBC, e recordou o sucedido nesse encontro que perdeu para a japonesa Naomi Osaka.

"Não devia ter sido tão dura e nunca percebi os motivos que me levaram a ficar tão transtornada", admitiu Serena.

"Os torneios do Grand Slam são para mim os mais importantes e no ano passado estive muito perto de voltar a ganhar um deles, depois de ter nascido a minha filha, mas se olhar para trás, para o que se passou na final, sinceramente não sei por que razão fiz aquilo", acrescentou.

Durante o encontro que acabou por perder (pelos parciais de 6-2 e 6-4) frente à japonesa Naomi Osaka, Williams começou por violar o código de conduta ao receber indicações do seu treinador Patrick Mouratoglou, que se encontrava na bancada. Mais tarde o técnico veio admitir a infração.

No decorrer da partida, a antiga número um do ranking WTA, infringiu o código de conduta em outras duas ocasiões. Primeiro, ao atirar com a raquete ao chão (ação que levou à penalização de um ponto) e depois, dirigindo-se ao árbitro como "mentiroso" e "ladrão", o que obrigou Carlos Ramos a penalizar a tenista com um jogo, deixando Osaka mais perto da vitória.

Williams, que acusou o árbitro português de "sexismo", foi multada em 17 mil dólares (cerca de 14.700 euros) pela Associação de Ténis dos Estados Unidos, devido a todas as infrações cometidas.

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